Sites que mantêm a agenda cheia.
Para onde vão as marcações.
Marcar é telefonar
As pessoas decidem fora do seu horário. Se não puderem marcar nesse momento, marcam com quem deixar.
A galeria vive no Instagram
O seu melhor trabalho está na plataforma de outra empresa, atrás de um login e de um algoritmo.
Preços escondidos
Ninguém liga a perguntar quanto custa um corte. Preços vagos afastam quem já estava pronto para marcar.
Está fora do mapa
Metade dos clientes novos procura um tratamento mais o nome da terra. Um perfil fraco deixa-o fora dessa lista.
Construído à volta de uma coisa: marcar.
- Marcações online ligadas ao calendário e ao sistema que já usa
- Uma lista de serviços com preços reais e durações reais
- Galerias do seu próprio trabalho, rápidas a abrir e descritas para leitores de ecrã
- Páginas por profissional, para cada cliente escolher quem o atende
- Perfil da Empresa no Google configurado, com uma rotina para pedir avaliações
- Sinal e condições de cancelamento indicados antes de alguém marcar
As primeiras perguntas, respondidas.
Já uso um sistema de marcações. Tenho de mudar?
Não. Ligamo-nos ao que tem. O histórico e os seus clientes habituais estão lá, por isso mantê-lo é quase sempre a decisão certa.
Devo pôr os preços no site?
Sim, salvo raras exceções. Preços escondidos perdem mais marcações do que protegem. Quando o preço depende de uma consulta, mostramos um valor de partida.
Posso cobrar sinal?
Pode. Nos tratamentos em que as faltas doem, recomendamo-lo, com as condições ao lado do botão para ninguém ser apanhado de surpresa.
As minhas fotografias são do telemóvel. É um problema?
Fotografias de telemóvel com boa luz valem mais do que imagens de banco. Dizemos-lhe quais funcionam e como fotografar o que falta.