Sites que enchem as suas mesas.
Quatro coisas que lhe custam uma mesa.
O menu é um PDF
Descarrega devagar, amplia-se mal no telemóvel e mostra os preços da época passada. O cliente fecha-o e experimenta a casa duas portas abaixo.
Ninguém sabe se está aberto
Os horários estão em três sítios e nenhum bate certo com os outros. Um cliente parado à sua porta nunca devia ter de adivinhar.
Reservar tem passos a mais
Se reservar significa procurar um número, ligar durante o serviço e deixar recado, a maior parte das pessoas desiste.
Uma língua só
Numa terra com visitantes, um site numa língua só afasta metade de quem o lê.
Construído à volta de uma coisa: reservar.
- Menus como páginas a sério: legíveis no telemóvel, atualizados em segundos, sem PDF
- Horários, morada e direções num só sítio, ligados ao seu Perfil da Empresa no Google
- Reserva direta, ou um pedido de reserva que lhe chega em segundos
- Inglês e português, sem tradução automática
- Fotografias que carregam depressa mesmo numa ligação fraca
- Um menu que um leitor de ecrã percorre, com preços alinhados
As primeiras perguntas, respondidas.
Posso atualizar o menu sozinho?
Pode. Preços, pratos e sugestões editam-se num ecrã só, e a alteração fica no ar em segundos. Se preferir que sejamos nós, o plano de manutenção cobre isso.
Preciso de um sistema de reservas, ou chega um formulário?
Um pedido de reserva serve a maioria das casas pequenas, e custa menos. Se tem rotação de mesas toda a noite e gere uma lista de espera, um sistema de reservas paga-se a si próprio. Dizemos-lhe de que lado está.
Funciona com as plataformas de entrega que já uso?
Pomos ligações para elas onde ajudam. As suas reservas e a sua margem ficam no seu site.
Como funciona a versão em inglês?
É uma segunda versão completa do site, com endereço próprio, escrita por uma pessoa. O visitante escolhe a língua. Nunca a adivinhamos pela localização.